[forum-prof]=?ISO-8859-1?Q?_Experi=EAncia_Socia?=lista . . .

Luis Paulo Vieira Braga lpbraga at im.ufrj.br
Tue Feb 16 19:13:33 BRST 2010


Aparentemente, a considerar a produção cultural a respeito, a única grande tragédia do século XX parece ter sido o nazismo. No entanto o comunismo real cujo lema poderia ter sido: a cada um segundo as necessidades do partido e de cada um o máximo que se conseguir tirar, promoveu em todos os quadrantes regimes que rebaixaram os salários da classe trabalhadora, reprimiram a liberdade de expressão e levaram povos inteiros a tragédias humanitárias sem proporções. A falta de reflexão sobre o colapso do comunismo no século passado explica o porquê de sua aceitação neste início de século XXI, principalmente na AL, quando ressurge maquiado pelos modernos recursos de comunicação e propaganda. No entanto, defronte dos problemas da vida cotidiana contemporânea, seus dirigentes recorrem ao mesmo receituário do século passado: expropriação, estatização e repressão.

Tanto o capitalismo, como o comunismo são filhos da sociedade industrial, não existem um sem o outro. A crise de um é o sucesso de seu antípoda e vice-versa. Capitalistas e classistas disputando o poder sobre as nações. Já foi tão fácil assim, mas hoje vivemos na sociedade da informação, cujo setor de produção dominante não é mais a indústria, mas o setor de serviços.  Muito mais complexo e abrangente, aonde se confude trabalho, lazer e participação na sociedade. Os mesmos computador e rede que o profissional utiliza para  trabalhar, podem ser os instrumentos de mobilização e reivindicação, assim como de lazer e espaço social. Daí o desespero dos regimes jurássicos de esquerda ou direita, religiosos ou não, quando a população usa os modernos recursos de comunicação para se mobilizar. Quem não se lembra da rede de fax que denunciou o golpe contra Gorbachev? Ou as fotos na internet dos abusos em Abu Graibh? Das manifestações no Irã e Venezuela convocadas por telefones celulares
 ?

Os ditadores do proletariado ou aspirantes esquecem-se de que nada resiste ao progresso das forças produtivas e se acreditam que podem represá-las e fazê-las trabalhar em seu benefício não perdem por esperar por mais uma derrocada, sem que isso signifique um fortalecimento do capitalismo nos moldes do século XX. No século XXI ambos os modos de produção gradualmente sairão da história para dar lugar a uma nova sociedade. Só é preciso ter os olhos abertos para isso.

On Mon, 15 Feb 2010 13:21:52 -0200, leandrofilho wrote 
> 
> Oi, Zakon! 
> Lamento, mas se isso não for uma fábula do liberalismo, então esse professor da Texas Tech deveria ter sido processado pelo experimento completamente irresponsável, além de proibido de lecionar for the rest of his natural life. 
> E quem acredita que o tal experimento transcrito nesse relato é de caráter socialista, então deve achar também que basta vestir um burro com um pijama branco e de listras negras, para que o dócil animal seja imediatamente transformado em uma garbosa zebra. 
> Mesmo os mais religiosos marxistas reconhecem que os homens são, ao mesmo tempo, iguais e desiguais. Reconhecem que a humanidade é diversa, com os seres humanos possuindo capacidades e talentos variáveis, sublinhando, porém, que as necessidades mais intensamente sentidas são iguais. Mais ou menos inteligentes, mais ou menos corajosos, todos os seres humanos compartilharam, geração após geração, experiência similares quanto às necessidade de alimentação, vestimenta, abrigo, aprendizagem, educação, segurança e diversão. 
> O próprio Marx, e eu não sou e nem jamais fui marxista, enunciou que a passagem à uma sociedade socialista deveria ser compreendida pelo famoso critério de [UTF-8?]“cada um segundo suas capacidades, a cada um segundo suas [UTF-8?]necessidades”, propondo igualmente, como princípio distributivo para uma sociedade de transição, â€œde cada um segundo sua capacidade, a cada um segundo o trabalho [UTF-8?]realizado”. 
> Considerados esses aspectos absolutamente primários. em matéria de fábula e de socialismo, os liberais que por ventura andam divulgando essa bobagem, deveriam deixar isso a cargo do Esopo e do La Fontaine, afim de não se revelarem tão obtusos quanto descerebrados. 
> Deveriam ler e reler por exemplo, "A cigarra e a formiga", "A raposa e as uvas" e, é claro, "A tartaruga e a lebre". 
> Por outro lado, quanto ao pastor ADRIAN ROGERS e a apologia dele ao egoísmo e à ganância justificados, eu espero que ao morrer em 2005, ele tenha finalmente abandonado a pregação reacionária e estulta, que proclamava no início dos anos 30, auge da Grande Depressão, quando milhões de americanos lutavam desesperadamente por um posto de trabalho que ao menos lhes garantisse o atendimento das necessidades básicas de sobrevivência. 
> Se Franklin Delano Roosevelt, que jamais foi marxista, desse crédito às tolices desse pastor intelectualmente filisteu, então a América não teria superado a Grande Depressão e o mundo teria sucumbido desgraçadamente aos totalitarismos de esquerda e de direita. 
> Abraços, 
> Leandro 
>   
> Em 15/02/2010 11:44, Abraham Zakon < azakon2 at globo.com > escreveu:

> 
> Experiência Socialista . . . 
> 
> Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele 
> nunca reprovou um só aluno antes mas tinha, uma vez, reprovado uma 
> classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o 
> socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria 
> rico, tudo seria igualitário e 'justo.' 
> 
> O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista 
> nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas em testes." 
> Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e 
> portanto seriam 'justas.' Isso quis dizer que todos receberiam as 
> mesmas notas, o que significou que ninguém repetiria. Isso também quis 
> dizer, claro, que ninguém receberia um A... 
> 
> Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam Bs. 
> 
> Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se 
> esforçaram ficaram muito felizes com o resultado. 
> Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda 
> menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. 
> 
> Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles 
> também se aproveitariam do "trem da alegria" das notas. Portanto, 
> agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos 
> preguiçosos. 
> 
> Como resultado, a segunda média dos testes foi D. 
> Ninguém gostou. Depois do terceiro teste, a média geral foi um F. 
> 
> As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre 
> os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da 
> atmosfera das aulas daquela classe. 
> 
> A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das 
> reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer 
> parte daquela turma. 
> 
> No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o 
> resto da sala. 
> 
> Portanto, todos os alunos repetiram... 
> Para sua total surpresa. 
> 
> O professor explicou que o experimento soci alista tinha falhado porque 
> ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus 
> participantes. Preguiça e mágoas foram seu resultado. Sempre haveria 
> fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. 
> "Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é 
> grande, pelo menos para alguns de nós". 
> 
> "Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos 
> outros, sem seu consentimento, para dar a outros que não batalharam 
> por elas, então o fracasso é inevitável." 
> 
> ************************** 
> 
> O pensamento abaixo foi  ESCRITO POR ADRIAN ROGERS NO ANO DE 1931 !!! 
> 
> "É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que 
> punem os ricos pela prosperidade. 
> 
> Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar 
> sem receber. 
> 
> O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. 
> 
> Quando metade da população entende a idéia de que não precisa 
> trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la; e quando 
> esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para 
> sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma 
> nação. 
> 
> É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." 
> 
> Adrian Rogers, 1931. 
> PASTOR EVANGÉLICO, QUE FALECEU EM 15 DE NOV. 2005 . 
> 
> ASSOCIE O TEXTO COM O QUE VOCÊ QUI SER, E TIRE AS CONCUSÕES QUE QUISER. 
> 
> O JUÍZO DE VALOR É SEU ! 
> 
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